O iPad mini 8 da Apple traz uma atualização substancial para o menor tablet da empresa, segundo uma análise do Tom’s Guide. Ele tem um design mais fino e leve e uma tela OLED tandem de 8,5 polegadas, enquanto o chip A20 Pro oferece desempenho rápido. O tablet custa a partir de US$ 699 na versão de 128 GB com tela brilhante.
A tela é maior do que a de 8,3 polegadas do modelo anterior e tem resolução de 2316 x 1512. O Tom’s Guide elogiou o contraste e as cores vivas e mediu brilho de 600 nits em SDR e pouco mais de 1.000 nits em HDR. Também há uma opção com nanotextura para reduzir reflexos; a publicação testou uma versão de 512 GB com essa tela, que custa US$ 1.249.
Nos testes de bateria, o iPad mini 8 funcionou por 14 horas e 24 minutos durante a navegação contínua na web por Wi-Fi, com a tela ajustada para 150 nits. O resultado foi superior às 10 horas e 36 minutos do iPad mini 7, embora o Tom’s Guide tenha dito que, no momento da publicação, havia feito apenas uma rodada do teste.
A análise também constatou que o tablet executou multitarefas e jogos com fluidez. Seus resultados em vários testes de desempenho foram substancialmente superiores aos do iPad mini 7, e sua pontuação no 3DMark superou a do iPad Air M4 no teste citado. O tablet também conta com uma câmera frontal de 12 MP posicionada na horizontal e um sistema de áudio integrado à tela, que, segundo o avaliador, produziu um som nítido e vibrante.
As principais desvantagens são a ausência do Face ID e a taxa de atualização da tela, limitada a 60 Hz. O Touch ID continua disponível, e a análise descreveu a tela como responsiva, mas observou que a rolagem e outros movimentos podem parecer menos fluidos para quem está acostumado com um iPad Pro de 120 Hz. O Tom’s Guide concluiu que o iPad mini 8 é uma ótima opção para ler, assistir a vídeos e realizar tarefas mais leves, apesar do preço inicial mais alto.
Fontes: Tom's Guide.